segunda-feira, 10 de outubro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
As hilárias perseguições que deixam qualquer um em "Pânico"
Hoje, logo cedo já me vieram umas duas pessoas perguntar se eu havia visto ontem à noite o Pânico na TV, da Rede TV! Minha resposta, clara e objetiva foi NÃO, mas confesso que fiquei meio curioso pra saber do que se tratava esse burburinho.
Corri pra casa, e fui saber que todo o bafafá se tratava de uma campanha na qual o programa - engraçadíssimo - de certa forma difama o apresentador e jornalista, Zeca Camargo com uma tag denominada #cinturinhadozeca no Twitter.
Não achei a menor graça da piada. Se alguem achou, provavelmente foi um adolescente de 15/16 anos, que tem um cérebro tão pequeno quanto uma ervilha e tão ativo quanto uma tartaruga.
Além do mais, essa sede do tal programa pra correr atrás de audiência é algo muito notório e, com o perdão da palavra, ridículo.
Fazer piada tendo como base a difamação, é comparável ao bulling praticado nas escolas, curiosamente, maior parte cometidos pelos adolescentes,o público alvo deles, que também são maioria nas redes sociais, o que ajuda a propagar as ideias de girico do humor ridículo do programa.
Claro que toda regra tem sua excessão e que nem todos os adolescentes - eu inclusive - assistem ao programa e/ou concorda com esse tipo de brincadeira e é muito válido "filtrar" as informações que os variados meios de comunicação nos passa, pois esse tipo de atitude, em minha opinião, pode interfirir diretamente na formação de alguém.
Corri pra casa, e fui saber que todo o bafafá se tratava de uma campanha na qual o programa - engraçadíssimo - de certa forma difama o apresentador e jornalista, Zeca Camargo com uma tag denominada #cinturinhadozeca no Twitter.
Não achei a menor graça da piada. Se alguem achou, provavelmente foi um adolescente de 15/16 anos, que tem um cérebro tão pequeno quanto uma ervilha e tão ativo quanto uma tartaruga.
Além do mais, essa sede do tal programa pra correr atrás de audiência é algo muito notório e, com o perdão da palavra, ridículo.
Fazer piada tendo como base a difamação, é comparável ao bulling praticado nas escolas, curiosamente, maior parte cometidos pelos adolescentes,o público alvo deles, que também são maioria nas redes sociais, o que ajuda a propagar as ideias de girico do humor ridículo do programa.
Claro que toda regra tem sua excessão e que nem todos os adolescentes - eu inclusive - assistem ao programa e/ou concorda com esse tipo de brincadeira e é muito válido "filtrar" as informações que os variados meios de comunicação nos passa, pois esse tipo de atitude, em minha opinião, pode interfirir diretamente na formação de alguém.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Regressão e violência
Dia após dia, semana após semana; Nada muda.
É assim que eu me sinto ao abrir a página de notícias pela manhã. As tais notícias são sempre as mesmas, com personagens diferentes. Até quando teremos que assistir calados a histórias crueis e desumanas?
A última "novidade" aqui em Belo Horizonte foi a agressão a um jovem homossexual numa famosa praça da região centro-sul da cidade. Segundo o portal G1, um menor de 17 anos e um rapaz de 23 anos confessaram te-lo agredido por causa de sua condição sexual.
O que me deixa um tanto quanto chateado não é fato do cara ser vítima de preconceito e sim por que a Praça da Liberdade tá virando palco de agressões desse tipo. E a polícia, que fica bem ao lado só chegar depois da agressão, ainda mais sabendo que poucos dias antes, um caso parecido tinha ocorrido no mesmo local.
Eu particularmente conheço alguns casos de agressões a amigos meus e o que sempre digo a quem passa por isso é pra não deixar de denunciar, mas o que preocupa é:
O QUE A POLÍCIA MILITAR VAI FAZER PRA AJUDAR O AGREDIDO, SE NEM PARA PREVINIR O ÓBVIO ELES SÃO CAPAZES?
É assim que eu me sinto ao abrir a página de notícias pela manhã. As tais notícias são sempre as mesmas, com personagens diferentes. Até quando teremos que assistir calados a histórias crueis e desumanas?
A última "novidade" aqui em Belo Horizonte foi a agressão a um jovem homossexual numa famosa praça da região centro-sul da cidade. Segundo o portal G1, um menor de 17 anos e um rapaz de 23 anos confessaram te-lo agredido por causa de sua condição sexual.
O que me deixa um tanto quanto chateado não é fato do cara ser vítima de preconceito e sim por que a Praça da Liberdade tá virando palco de agressões desse tipo. E a polícia, que fica bem ao lado só chegar depois da agressão, ainda mais sabendo que poucos dias antes, um caso parecido tinha ocorrido no mesmo local.
Eu particularmente conheço alguns casos de agressões a amigos meus e o que sempre digo a quem passa por isso é pra não deixar de denunciar, mas o que preocupa é:
O QUE A POLÍCIA MILITAR VAI FAZER PRA AJUDAR O AGREDIDO, SE NEM PARA PREVINIR O ÓBVIO ELES SÃO CAPAZES?
sábado, 27 de agosto de 2011
Vida privada
Uma coisa que tira qualquer um do sério é quando alguém está querendo saber um pouco mais do que ela deve sobre você, é como aquela antiga frase “Deus fez a vida pra cada um cuidar da sua”.
Uma estudante americana teve seu celular confiscado pela escola, que bisbilhotou as fotos do aparelho e o entregou à justiça por conter imagens de pessoas nuas, isso porque o celular estava sendo usado dentro de sala de aula, violando assim as regras do instituto.
Mas eu fico me perguntando onde a ética das pessoas vão parar. Sim, porque apesar da aluna estar errada, e eu não nego isso, é um absurdo por parte da escola bisbilhotar coisas intimas da menina.
“Essas fotos eram extremamente privadas e não eram para ser vistas por mais ninguém. O que eles fizeram foi o equivalente a me espionar pela janela do quarto” – ALUNA
Uma estudante americana teve seu celular confiscado pela escola, que bisbilhotou as fotos do aparelho e o entregou à justiça por conter imagens de pessoas nuas, isso porque o celular estava sendo usado dentro de sala de aula, violando assim as regras do instituto.
Mas eu fico me perguntando onde a ética das pessoas vão parar. Sim, porque apesar da aluna estar errada, e eu não nego isso, é um absurdo por parte da escola bisbilhotar coisas intimas da menina.
“Essas fotos eram extremamente privadas e não eram para ser vistas por mais ninguém. O que eles fizeram foi o equivalente a me espionar pela janela do quarto” – ALUNA
Moderno ou tradicional?
A modernidade prova que está avançando cada vez mais. Com novos produtos que chegam ao mercado todos os anos, ela ainda surpreende. Uma das coisas que vem “bombando” em vendas no exterior é o LIVRO ELETRÔNICO, com um formato super inovador, permite armazenar vários livros em um só produto. Inovador e interessante pra quem lê, sem contar que estimula a cultura das pessoas, mas não se engane, há um lado ruim nisso: Com a chegada do livro no Brasil, acredita-se que a pirataria vai invadir o ramo das letras e vários sites vão oferecer ilegalmente as obras para download. Um verdadeiro desrespeito para as editoras, livrarias e escritores, que têm um custo para publicar o livro e não terão um retorno tão significativo quanto antes.

Por outro lado, temos os tradicionais leitores que preferem os livros como eles sempre foram. Aliás, o velho costume de ler tomará rumos diferentes e o dia a dia das pessoas que possuírem esse tipo de aparelho também. Prático e maleável, cabe até uma biblioteca dentro do livro eletrônico, contudo, uma série de profissionais poderão ficar prejudicados.
E você, é a favor da tecnologia de ter vários livros e que todos eles caibam juntos na palma da mão ou é a favor do modo tradicional e do velho jeito de viajar no mundo dos sonhos?

Por outro lado, temos os tradicionais leitores que preferem os livros como eles sempre foram. Aliás, o velho costume de ler tomará rumos diferentes e o dia a dia das pessoas que possuírem esse tipo de aparelho também. Prático e maleável, cabe até uma biblioteca dentro do livro eletrônico, contudo, uma série de profissionais poderão ficar prejudicados.
E você, é a favor da tecnologia de ter vários livros e que todos eles caibam juntos na palma da mão ou é a favor do modo tradicional e do velho jeito de viajar no mundo dos sonhos?
Causo caipira
Acordar as seis não é problema pra’queles que levam a vida com prazer e tanta simplicidade. Dá gosto de ver. O sorriso estampado na cara, mesmo sabendo que o dia será longo. O cheiro do café fresquinho passado na hora rendia suspiros de quem estava parado na porta apreciando o nascer do sol. A vida era aquilo ali: O galo cantava e o dia nascia acompanhando a orquestra da terra, de muito longe já se ouvia os galopes, eram outros que, na mesma situação, acordavam cedo pra trabalhar na roça, ou seria “trabaiá na roça”. Indefinível: Prazer de viver e vontade de vencer, mas sem sair daquela rotina pacata, porém feliz. Incomparável: Quem em sã consciência trocaria essa vida “chapéu de palha” por uma vida “terno e gravata”, cheia de dores de cabeça e tomada pelo estresse? Pensar nisso já trazia até certa paz de espírito, já que nos meios urbanos, as pessoas se consideram mais humanas, mas na verdade, não vivem tão intensamente, “humanamente”. Chega a ser irônico não?
Cheiro de broa de fubá e biscoito de polvilho, só aquilo já fazia ganhar o dia. O café da manhã era marcado, hora de comunhão com a família. Trocar problemas, conflitos, se é que aquela vida poderia render conflito. Saindo de casa, o sol já estava raiando, parece que até no sol tem diferença, ele nasce mais alegre, mais vivo apesar de ser exaustivo pra quem passava o dia sob o escaldante dilema de vossa senhoria. A mão rapidamente á passava pela testa, já ensopada de suor. Isso não era problema, porque brasileiro que é brasileiro faz piada até daquelas situações que para o resto do mundo seria “The End”.
O almoço no meio do meio do mato era trazido pela filha com largo sorriso que desejava bom apetite, o que para os urbanos é quase surreal atitude como essa. O dia continua passando e na vida vai se pensando, um filme vai passando, e de longe sonhando, de perto rezando pra que a simplicidade seja um ponto a mais. Seja uma prioridade. Pra que as pessoas pudessem dar valor aos mínimos detalhes da vida.
Cheiro de broa de fubá e biscoito de polvilho, só aquilo já fazia ganhar o dia. O café da manhã era marcado, hora de comunhão com a família. Trocar problemas, conflitos, se é que aquela vida poderia render conflito. Saindo de casa, o sol já estava raiando, parece que até no sol tem diferença, ele nasce mais alegre, mais vivo apesar de ser exaustivo pra quem passava o dia sob o escaldante dilema de vossa senhoria. A mão rapidamente á passava pela testa, já ensopada de suor. Isso não era problema, porque brasileiro que é brasileiro faz piada até daquelas situações que para o resto do mundo seria “The End”.
O almoço no meio do meio do mato era trazido pela filha com largo sorriso que desejava bom apetite, o que para os urbanos é quase surreal atitude como essa. O dia continua passando e na vida vai se pensando, um filme vai passando, e de longe sonhando, de perto rezando pra que a simplicidade seja um ponto a mais. Seja uma prioridade. Pra que as pessoas pudessem dar valor aos mínimos detalhes da vida.
Que seja LEAL enquanto dure!
Será possível que em pleno século XXI as pessoas ainda possam viver muitos anos com o(a) mesmo(a) companheiro(a)? É difícil acreditar em monogamia, eu particularmente não acredito que possam existir casamentos que durem, por exemplo, 40 anos, e que neles não existiu nenhuma amostra de infidelidade. Alias acredito até que a formula da longevidade do casamento é justamente buscar novas experiências, o que inclui a traição. Mas enfim, como contraditório que sou, também acredito que quando se ama, não há barreiras e enfim, sem mais melodramas, a relação pode dar muito certo apesar da rotina e do tempo. Acredito ainda, que a melhor solução pra quando um relacionamento não está mais dando certo é, sem mais delongas, terminar; por mais doloroso que possa parecer, tudo na vida passa e quando mais tempo for investido em uma relação sem sucesso, mas desgastante fica a vida dos dois. E ainda temos uma outra opção, que aliás achei até muito curiosa a opinião da V.A, uma fotógrafa de 26 anos, leitora da revista que publicou uma matéria sobre monogamia, ela disse o seguinte: “Sempre há deslizes. Amo o meu namorado e ele diz que me ama. Se fizer algo de errado (traição), eu não quero saber.”
E você, qual sua opinião sobre infidelidade e o que é melhor; fingir não estar sendo traído para levar pra frente a relação ou terminar com ela assim que ver que não está dando certo?
E você, qual sua opinião sobre infidelidade e o que é melhor; fingir não estar sendo traído para levar pra frente a relação ou terminar com ela assim que ver que não está dando certo?
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