Hoje, logo cedo já me vieram umas duas pessoas perguntar se eu havia visto ontem à noite o Pânico na TV, da Rede TV! Minha resposta, clara e objetiva foi NÃO, mas confesso que fiquei meio curioso pra saber do que se tratava esse burburinho.
Corri pra casa, e fui saber que todo o bafafá se tratava de uma campanha na qual o programa - engraçadíssimo - de certa forma difama o apresentador e jornalista, Zeca Camargo com uma tag denominada #cinturinhadozeca no Twitter.
Não achei a menor graça da piada. Se alguem achou, provavelmente foi um adolescente de 15/16 anos, que tem um cérebro tão pequeno quanto uma ervilha e tão ativo quanto uma tartaruga.
Além do mais, essa sede do tal programa pra correr atrás de audiência é algo muito notório e, com o perdão da palavra, ridículo.
Fazer piada tendo como base a difamação, é comparável ao bulling praticado nas escolas, curiosamente, maior parte cometidos pelos adolescentes,o público alvo deles, que também são maioria nas redes sociais, o que ajuda a propagar as ideias de girico do humor ridículo do programa.
Claro que toda regra tem sua excessão e que nem todos os adolescentes - eu inclusive - assistem ao programa e/ou concorda com esse tipo de brincadeira e é muito válido "filtrar" as informações que os variados meios de comunicação nos passa, pois esse tipo de atitude, em minha opinião, pode interfirir diretamente na formação de alguém.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Regressão e violência
Dia após dia, semana após semana; Nada muda.
É assim que eu me sinto ao abrir a página de notícias pela manhã. As tais notícias são sempre as mesmas, com personagens diferentes. Até quando teremos que assistir calados a histórias crueis e desumanas?
A última "novidade" aqui em Belo Horizonte foi a agressão a um jovem homossexual numa famosa praça da região centro-sul da cidade. Segundo o portal G1, um menor de 17 anos e um rapaz de 23 anos confessaram te-lo agredido por causa de sua condição sexual.
O que me deixa um tanto quanto chateado não é fato do cara ser vítima de preconceito e sim por que a Praça da Liberdade tá virando palco de agressões desse tipo. E a polícia, que fica bem ao lado só chegar depois da agressão, ainda mais sabendo que poucos dias antes, um caso parecido tinha ocorrido no mesmo local.
Eu particularmente conheço alguns casos de agressões a amigos meus e o que sempre digo a quem passa por isso é pra não deixar de denunciar, mas o que preocupa é:
O QUE A POLÍCIA MILITAR VAI FAZER PRA AJUDAR O AGREDIDO, SE NEM PARA PREVINIR O ÓBVIO ELES SÃO CAPAZES?
É assim que eu me sinto ao abrir a página de notícias pela manhã. As tais notícias são sempre as mesmas, com personagens diferentes. Até quando teremos que assistir calados a histórias crueis e desumanas?
A última "novidade" aqui em Belo Horizonte foi a agressão a um jovem homossexual numa famosa praça da região centro-sul da cidade. Segundo o portal G1, um menor de 17 anos e um rapaz de 23 anos confessaram te-lo agredido por causa de sua condição sexual.
O que me deixa um tanto quanto chateado não é fato do cara ser vítima de preconceito e sim por que a Praça da Liberdade tá virando palco de agressões desse tipo. E a polícia, que fica bem ao lado só chegar depois da agressão, ainda mais sabendo que poucos dias antes, um caso parecido tinha ocorrido no mesmo local.
Eu particularmente conheço alguns casos de agressões a amigos meus e o que sempre digo a quem passa por isso é pra não deixar de denunciar, mas o que preocupa é:
O QUE A POLÍCIA MILITAR VAI FAZER PRA AJUDAR O AGREDIDO, SE NEM PARA PREVINIR O ÓBVIO ELES SÃO CAPAZES?
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